Quando cabe ação de sonegados?

Índice

Quando cabe ação de sonegados?

Quando cabe ação de sonegados?

A ação de sonegados prescreve em 10 (dez) anos e deve ser ajuizada no foro do inventário e pode ser proposta por qualquer herdeiro contra o inventariante; o inventariante ou qualquer herdeiro se por herdeiro for praticada a omissão e ainda, pelo credor, se as ocultações lhe causar prejuízos.

Qual o papel do cônjuge na ausência?

Art. 25. O cônjuge do ausente, sempre que não esteja separado judicialmente, ou de fato por mais de dois anos antes da declaração da ausência, será o seu legítimo curador.

O que é a ação de sonegados?

São os bens da herança que não foram descritos no inventário pelo herdeiro que deveria fazê-lo, ou ainda, quando são omitidos na colação, com o conhecimento do herdeiro, deixando de restituí-los.

O que acontece com os bens do ausente?

O ausente que retorna nos primeiros 10 (dez) anos após a abertura da sucessão definitiva, receberá os bens existentes no estado em que se acharem, os sub-rogados em seu lugar, ou o preço que os herdeiros e demais interessados houverem recebido pelos bens alienados depois daquele tempo.

Qual é a pena de sonegados?

A pena de sonegados possui caráter civil e consiste na perda do direito sobre o bem ocultado ou não colacionado. Se o sonegador for o inventariante, herdeiro do autor da herança, sofrerá dupla sanção, consistente na perda dos direitos sobre os bens sonegados e remoção do cargo.

Quem pode propor ação de sonegados?

Art. 1.994 - A pena de sonegados só se pode requerer e impor em ação movida pelos herdeiros ou pelos credores da herança. 6.

O que é o curador de ausente?

§ 1º - Em falta do cônjuge, a curadoria dos bens do ausente incumbe aos pais ou aos descendentes, nesta ordem, não havendo impedimento que os iniba de exercer o cargo. § 2º - Entre os descendentes, os mais próximos precedem os mais remotos. § 3º - Na falta das pessoas mencionadas, compete ao juiz a escolha do curador.

Qual a função do curador dos bens do ausente?

CURADORIA DOS BENS DO AUSENTE. Desaparecendo uma pessoa do seu domicílio sem dela haver notícia, se não houver deixado representante ou procurador a quem caiba administrar-lhe os bens, o juiz, a requerimento de qualquer interessado ou do Ministério Público, declarará a ausência, e nomear-lhe-á curador.

Postagens relacionadas: